terça-feira, 13 de novembro de 2012

Informática na Educação Especial.

A Informática na Educação Especial.

      A informática tem sido um instrumento de integração entre as pessoas com necessidade especial seja ela, motora, visual, fala, auditiva, mental entre outras. Em alguns congressos e simpósios na área de Informática na Educação, observar uma tímida, mas constante presença de relatos de projetos na área de Educação Especial. Alguns descrevem software fechados desenvolvidos para indivíduos com alguma necessidade especial em específica. Outros, por sua vez, utilizam ambientes abertos como o Logo, ToolBook e mais recentemente a própria a Internet como um auxílio a educação/reeducação/meio de reabilitação desses indivíduos.
    A construção de um software para Educação Especial deve-se, antes de tudo, ter atenção na formação da equipa multidisciplinar que fornecerá as diretrizes básicas para este devendo fazer parte desta, além de programadores, especialistas como psicólogos, terapeutas ocupacionais, professores, e outros, conforme o caso.
    Para cada deficiência há um sistema apropriado. Na Deficiência Motora a maioria dos ambientes faz o uso de teclados em tamanho ampliado, écran sensível ao toque, écrans com um atraso de input ajustável à dificuldade motora, écran sensível ao sopro e próteses como pulsores e apontadores em substituição ao rato ou teclado convencional; na Deficiência Motora e de fala neste caso existe sistemas gráficos de comunicação (PIC, SPC, Bliss), de processos de varrimento na écran do computador, aliados, ou não, a alguma prótese, o sistema FALAS - Ferramenta Alternativa de Aquisição Simbólica, Anagrama-Comp, Bliss-Comp entre outros; na Deficiência Visual utilizam basicamente ampliadores de écran ou ampliação dos caracteres no écran do computador para aqueles que possuem perda parcial da visão, e recursos de áudio, teclado e impressora em Braille para os com perda total da visão, dentre os sistemas estão BIBLIVOX, DOSVOX, Canta Letras, Hiperaudias, entre outros; na Deficiência Auditiva hoje parece surgi uma nova linha de desenvolvimento de software que é regida, em primeiro lugar, pelo respeito à língua natural dos surdos, a língua de sinais, seja em sua interface ou na sua utilização, e através de sistemas como o Logo, Selos, Sign Talk; na Deficiência Mental, Síndrome de Down e Autismo são poucos os software voltados especificamente para estes utilizadores uma vez que qualquer software que estimule a percepção auditiva, o desenvolvimento psicomotor, etc., podem ser utilizados.
     A informática na educação especial tem sido uma ferramenta auxiliar que contribui para o desenvolvimento mais amplo a todas as necessidades especiais.

Referência: http://student.dei.uc.pt/~gilliam/sf/sf.html

Links interessantes
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/418-2.pdf
http://www2.fc.unesp.br/educacaoespecial/material/Livro5.pdf
http://www.rctsoft.com.br/pale_info_espe.pdf

4 comentários:

  1. Muito boa sua proposta Leydi pois realmente a educação especial merece uma melhor atenção tecnológica.

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  2. Seu trabalho valorizou como a tecnologia pode ser utilizada para incorporar e incluir as pessoas com necessidades especia,s dentro do mundo da tecnologia, oque podemos comprovar eficácia e construção de conhecimentos em uma aprendizagem significativa.

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  3. Execelente sua proposta amiga, com o uso da inclusão digital na educação especial é bem interessante, com grande diversidades de equipamentos tecnologicos, onde cada dia a informática tem assumido um papel muito importante no desenvolvimento da autonomia e da socialização das pessoas com necessidades especiais.

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  4. Boa Noite Leidy
    Ótima essa proposta, a educação especial merece uma atenção maior em vários quesitos e o uso de novas tecnologias ajudará muito o desenvolvimento desses indivíduos.

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